27 de novembro de 2006
22 de novembro de 2006
17 de novembro de 2006
A nossa camisola
Fazer uma camisola... Empregar todo o nosso tempo e carinho num objecto para alguém que nos é querido, sermos nós a fazê-la, saindo imperfeita mas nossa... (não nunca fiz nenhuma, mas ajudava a mãezinha com as linhas e observava-a, atentamente, a fazer dançar a agulha no seu movimento frenético, complementado pelo da linha, o outro par da dança). Há quem as faça com máquinas de costura ou com agulhas, finas ou grossas, tricot, croché, bordar, renda ou talvez ponto cruz... Eu prefiro a linha, a pura linha que encontro na rua, que alguém largou do seu novelo mais fino. Para esta camisola especial uso apenas as duas caixinhas mágicas e as duas mãos que possuo, tento mostrar o que sou, agarrar o fio que não parte, e deixar-me levar... Para coser o jeito não abunda, inexistente talvez, mas, mesmo imperfeita, que a camisola me/nos/te sirva...
Texto de uma da manhã é o que dá... Ninguém percebe... Foi para abrir em grande o fantástico fim-de-semana que aí vem... Bora fazer um croché?? XD
Texto de uma da manhã é o que dá... Ninguém percebe... Foi para abrir em grande o fantástico fim-de-semana que aí vem... Bora fazer um croché?? XD
14 de novembro de 2006
13 de novembro de 2006
Sinais de trânsito agradáveis à vista (finalmente...)
Tendo em conta o flagelo dos acidentes de trânsito em Portugal, na maior parte das vezes provocados pela falta de civismo, nomeadamente reflectida na elevada taxa de excesso de velocidade, o Tribi resolve, no seu dever cívico, propor uma solução quase infalível para este deveras grave problema. Os sinais de trânsito portáteis:
Nota: Ideia importada da Dinamarca. Vejam notícia aqui.

Achamos também que será melhor importar as dinamarquesas, dados os seus elevados atributos, como sejam a sua experiência no assunto e ao facto de resistirem a temperaturas mais baixas, claro.
7 de novembro de 2006
Pensamento Tribius: O Amor
Nota: Os três membros desta pouco santa Trindade são licenciados em Anatomia pelo método de Braille. Se alguém precisar de ajuda, não hesitem...
31 de outubro de 2006
Porque o Grande Português é o Povo
Um Grande Português revela-se "paciente, crédulo, submisso, humilde, manso, apático, indiferente, abúlico, céptico, desconfiado, descrente e solitário, também não deixa por isso de nos aparecer, em constante contradição consigo mesmo, simultaneamente capaz de se mostrar incrédulo, revoltado, resmungão, insolente, furioso, sensível, compassivo, arisco, activo, solidário, convivente..." Esta figura será alguém que sofre por este País, que o carrega às costas, que o faz andar... Esta figura representará todos aqueles que pelos mares navegaram, que em terra lutaram, que, pelo ar, se elevaram... Será digno este reconhecimento de um povo com grandes defeitos, mas com certeza com superiores virtudes...

Elejo então José (Zé para os amigos) Povinho para tal "cargo" de superior importância.
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